Que Es Cartesianismo Yahoo Dating - cybertime.ru

Que Es Cartesianismo Yahoo Dating

que es cartesianismo yahoo dating

Emparticular, o afvel e tenho de yqhoo simpaticssimo Hoffman tambmera comprometido comesse ideal social. Mas e quanto s pessoas que no querementrar na rede? Como assim? Vamos encarar as coisas, Reid, algumas pessoas simplesmente no queremestar conectadas. No querem estar conectadas?

Colloquial genitori yahoo dating

Olhei de novo para o falecido Bentham, o pai utilitarista do princpio da maior felicidade. Podia levar melhoria da condio humana? Enrique- ceria nossas personalidades? Poderia criar o homem sua prpria imagem? Perguntas, perguntas, perguntas. Meu pensamento se dirigiu para os desconectados, aqueles desinteressados ou incapazes de viver empblico. Isso disparou uma sensao de tontura, como se o mundo externo tivesse se acelerado e girasse cada vez mais depressa ao meu redor.

Se, como o Sean Parker ficcional argumenta emA rede social, nosso futuro ser vivido on-line, pensei comigo mesmo, qual ento ser o destino daqueles dissidentes, dos que no atualizam? Nummundo emque todos existemna internet, pensei, o que ser daqueles que protegemsua privacidade, que se orgulhamde sua ilegibilidade, que nas palavras atemporais de Brandeis e Warren s queremser deixados sozinhos e empaz? Fiquei pensando: Introduo Os vivos e os mortos Como tute ainda por ser enviado, continuei a olhar para o Autocone embusca de luz.

Sim, vi ento, o cadver de Benthamafinal tinha algo a me ensinar. Eu me dei conta de que o verdadeiro retrato do futuro estava me olhando nos olhos o tempo todo. A despeito de minha prpria sensao de vertigem, essa viso um tipo doloroso de epifania se apossou de mimcomuma clareza gelada. Por ummomento fiquei paralisado, a boca entreaberta, os olhos fixos no cadver. De repente ficou evidente que eu estivera olhando para um espelho.

Reid Hoffman estava certo: Percebi que o Autocone, aquele homemque sua prpria imagem, representa esse futuro, e o cadver de Benthamna verdade voc, sou eu e todos os outros que se aprisionaram na casa de inspeo digital. O vislumbre que tive naquela tarde de final de novembro emBlooms- bury foi do futuro antissocial, a solido do homemisolado na multido conectada.

Eu vi a todos ns como Jeremy Benthamdigitais, isolados uns dos outros, no apenas pela crescente ubiquidade das comunicaes emrede, mas tambmpela natureza cada vez mais individualizada e competitiva da vida no sculo XXI. Sim, esse era o futuro. Reconheci que a visibilidade pessoal o novo smbolo de status e poder emnossa era digital. Como o cadver trancado emsua tumba transparente, agora ns estamos todos emexposio permanente, todos somos apenas imagens de ns mesmos neste admirvel mundo novo transparente.

Como o imodesto reformista social do sculo XIX trancado emsua eterna caixa de madeira e vidro, os networkers sociais do sculo XXI emespecial os aspirantes a supernodes, como eu esto se tornando viciados emconquistar ateno e fama.

Mas, assimcomo na solido de minha prpria experincia naquele corredor do University College, a realidade da mdia social mais uma arquitetura de isolamento humano que de co- 22 Vertigem digital munho. Percebi que o futuro ser tudo, menos social. Esse o verdadeiro aplicativo matador na era da rede. Eu me dei conta de que estamos nos tornando esquizofrnicos a um s tempo desligados do mundo, pormde uma forma irritantemente oni- presente.

Crticos culturais como Umberto Eco e Jean Baudrillard usaram a palavra hiper-realidade para descrever como a tecnologia moderna apaga a diferena entre realidade e irrealidade, e atribui autenticidade a coisas evidentemente falsas, como o castelo de WilliamRandolph Hearst emSan Simeon, o prdio gtico no litoral californiano que se tornou famoso no filme de Orson Welles Cidado Kane, de Eco define hiper-realidade como uma filosofia da imortalidade como duplicao, na qual o totalmente real se identifica ao totalmente falso.

Mas enquanto eu fitava o Autocone, me veio cabea umneologismo tambmabsurdo: Com- preendi que o homemque sua prpria imagemno mundo digitalmente conectado est ao mesmo tempo emtodo lugar e emlugar algum, e quanto mais completamente visvel ele parece, mais completamente invisvel est. Nesse mundo todo transparente, estamos ao mesmo tempo emtoda parte e emparte alguma, a irrealidade absoluta a presena real; o totalmente falso tambmo totalmente real.

Isso, como percebi, era o retrato mais verdadeiramente falso da vida conectada do sculo XXI. Agora eu estava pronto para transmitir o tute. Mas, antes de apertar o boto de enviar, acrescentei uma palavra breve mensagemque ainda pis- cava emmeu BlackBerry. Uma s palavra, apenas trs dos 40 caracteres- limites do Twitter, mas que transformou o tute de mensagemesperanosa de cartesianismo digital numa declarao existencial desalentadora. Eu estava errado sobre ningumconhecer minha localizao naquela Introduo tarde.

Quando estava prestes a mandar meu tute, uma mensagemno solicitada do Tweetie surgiu na tela. Era umpedido para revelar minha localizao emBloomsbury, a fimde que o aplicativo pudesse transmitir onde eu estava a meus milhares de seguidores no Twitter.

No espanta que ele seja fabricado por uma empresa chamada Research in Motion. Desliguei o smartphone, meti-o no bolso da cala e respirei fundo uma vez, depois outra. O silncio era sinfnico. A tontura estava passando, e pensei novamente emminhas conversas emOxford, no dia anterior, com quixotic, umdos donos de nosso futuro coletivo.

Notei que ele estava ao mesmo tempo certo e errado sobre o futuro. Mas, no: Compreendi que a histria se repetia. Em, quase sessenta anos depois de o corpo de Jeremy Benthamfazer sua primeira apario pblica no University College, Samuel Warren e Louis Brandeis argumentavam emseu icnico artigo para a Harvard Law Review que solido e privacidade se tornarammais essenciais para o indivduo.

O direito de ser deixado em paz, escreveramWarren e Brandeis emO direito privacidade, era um direito geral imunidade da pessoa, o direito personalidade. E hoje, no alvorecer de nossa era de mdia social transparente, mais de umsculo depois da publicao do artigo jurdico, essa necessidade de solido e privacidade os ingredientes primrios na misteriosa formao da personalidade individual se tornou ainda mais essencial se que isso possvel.

Acho que foi Hitchcock quemumdia brincou dizendo que o cadver que mais temia era o dele mesmo. Mas no brin- cadeira se este tambmfor o cadver da humanidade exilada no apenas de si mesma, mas tambmde todos os outros; de bilhes de pessoas que so suas prprias imagens disparando cada vez mais depressa ao redor umas das outras na rede transparente, hipervisveis; de todos sempre em exposio, aprisionados numciclo interminvel de grande exibicionismo, sequiosos de ateno, construindo suas reputaes autoproclamadas de benfeitores da raa humana.

Para Jeremy Benthame sua escola utilitarista, a felicidade uma equao matemtica facilmente quantificvel, subtraindo-se nossa dor de nossos prazeres. Mas essa filosofia utilitarista satirizada por Charles Dickens de modo to agressivo no personagemridculo do sr. Gradgrind de Hard Times no consegue captar o que nos torna humanos.

Como Dickens, John Stuart Mill e muitos outros crticos contemporneos do utilitarismo argumentaram, a felicidade no apenas umalgoritmo para nossa vontade e nossos desejos. Determinante para a felicidade o direito no quantificvel de que a sociedade nos deixe ficar sozinhos umdireito que nos permite, como seres humanos, permanecer fiis a ns mesmos. A privacidade no apenas essencial vida e liberdade; essencial busca da felicidade, no sentido mais amplo e profundo. Os seres humanos no privacidade no apenas essencial vida e liberdade; essencial busca da felicidade, no sentido mais amplo e profundo.

Os seres humanos no so somente criaturas sociais, mas tambmcriaturas privadas, argumenta Nicholas Carr, umdos mais articulados crticos atuais do utilitarismo digi- tal. O que no partilhamos to importante quanto o que partilhamos. E, como veremos neste livro, a privacidade aquela condio essencial nossa verdadeira felicidade como seres humanos jogada na lata de lixo da histria.

Fracassemdepressa, recomenda quixotic aos empreende- dores, pois ele acredita que a privacidade umproblema apenas para os Introduo 25 velhos. Se fracassarmos na construo de uma sociedade conectada que proteja os direitos privaci- dade e autonomia individuais do culto do social, no poderemos como o eternamente otimista Hoffman criar uma nova empresa.

A sociedade no uma start-up motivo pelo qual no podemos confiar nosso futuro inteiramente aos empreendedores do Vale do Silcio como Hoffman ou Stone. Fracassar na correta aterrissagemdo avio da mdia social, depois de saltar daquele penhasco e se arrebentar no cho, significa colocar em risco o precioso direito privacidade individual, ao segredo e, sim, liberdade que os indivduos conquistaramno ltimo milnio.

Esse o medo, o alerta de fracasso e autodestruio coletiva emVerti- gem digital. Em publiquei O culto do amador, meu aviso sobre o impacto da revoluo da informao produzida pelo usurio da Web 2. Mas, como passamos da Web 2.

Voc temuma opo diante desse culto: O livro que voc est prestes a ler uma defesa do mistrio e do se- gredo da existncia individual. Numuniverso no qual quase todo ser humano do planeta estar conectado emmeados do sculo XXI, este livro umdiscurso contra o compartilhamento e a abertura radicais, a transpa- rncia pessoal, o grande exibicionismo e as outras ortodoxias comunitrias 26 devotas de nossa poca conectada.

No entanto, o livro mais que apenas ummanifesto antissocial. Sim, voc tambmj viu isso antes. Para comear nossa jornada por esse futuro familiar demais, no qual o inatingvel mistrio da condio humana individual opacificado pelo homemtransparente, vamos voltar a Jeremy Bentham, aquele prisioneiro eterno de seu prprio Autocone, cuja ideia simples de arquitetura para reformar o mundo, no fimdo sculo XVIII, umalerta pressagioso de nosso destino coletivamente aberto no sculo XXI.

Uma ideia simples de arquitetura Moral reformada sade preservada indstria revigorada instruo disseminada fardo pblico aliviado economia estabelecida, dessa forma, sobre uma rocha o n grdio das leis dos pobres no foi cortado, mas desfeito tudo por uma ideia simples de arquitetura.

A histria, sabem, est se repetindo. Comnosso novo sculo digital vemumconhecido Se este fosse umfilme, vocs j o teriamvisto antes. Comnosso novo sculo digital vemumconhecido problema da era da indstria. Uma tirania social mais uma vez se instala sobre a liberdade do indivduo. Em, no alvorecer da era industrial de massa, Jeremy Benthamteve o que chamou de uma ideia simples de arquitetura para melhorar a ad- ministrao de prises, hospitais, escolas e fbricas.

O projeto de Bentham, como observou o historiador da arquitetura Robin Evans, era uma sntese muito imaginativa de forma arquitetnica e objetivo social. Esse inspetor a verso utilitarista de umdeus onisciente sempre ligado, informado de tudo, coma afortunada capacidade de olhar atrs de esquinas e atravs de paredes. Como observou o filsofo francs Michel Foucault, essa casa de inspeo era como tantas gaiolas, como tantos pequenos teatros, emque cada ator est s, totalmente individualizado e constantemente visvel.

Transformar-nos emobjetos expostos, inteiramente calculou Bentham. Transformar-nos emobjetos expostos, inteiramente transparentes, seria bompara a sociedade e para o indivduo, acrescentou ele, porque quanto mais imaginssemos que ramos vigiados, mais eficien- tes e disciplinados nos tornaramos. Assim, o indivduo e a comunidade se beneficiariamdessa rede de autocones. A perfeio ideal, imaginou o utilitarista, tirando dessa ideia supostamente social a concluso mais abominvel, exigiria que todos de prisioneiros conectados a operrios conectados, passando por estudantes conectados e cidados conectados pudessemser inspecionados a cada instante do tempo.

A cadeia original de Oxford onde eu tomara caf da manh comHoffman, por exemplo, havia sido construda pelo prolfico arqui- teto de prises WilliamBlackburn, o pai do projeto radial de prises,9 que construiu mais de uma dzia de cadeias semicirculares seguindo os princpios de Bentham. EmOxford, Blackburn substitura a cadeia medieval do castelo da cidade por umprdio projetado para supervi- Uma ideia simples de arquitetura 29 sionar todos os movimentos dos prisioneiros e controlar seu tempo a cada minuto.

Mas a ideia simples de arquitetura de Benthamreformou mais que apenas prises. Foi o augrio de uma sociedade industrial intricadamente conectada por uma rede bastante concreta de ferrovias e linhas telegr- ficas.

A era mecnica de trema vapor, fbrica emgrande escala, cidade industrial, Estado-nao, cmera cinematogrfica e jornal de massas criou de fato a arquitetura fsica para nos transformar emeficientes indivduos visveis sempre observveis por governo, empregadores, meios de co- municao e opinio pblica. Na era industrial da conectividade de massa, fbricas, escolas, prises e, de forma mais sinistra, sistemas polticos inteiros foramconstrudos combase nessa tecnologia cristalina de vigilncia coletiva.

Os ltimos duzentos anos forama era da grande exposio. Contudo, na era industrial, ningum, afora exibicionistas bizarros como o prprio Bentham, queria se tornar umretrato individual nessa exposio coletiva.

Na verdade, o esforo para ser deixado sozinho a histria do homemindustrial. Como reconheceu o alemo Georg Simmel, socilogo e estudioso do que se mantinha oculto na virada do sculo XX: Os mais profundos problemas da vida moderna derivamdo esforo do indivduo para preservar a autonomia e a individualidade de sua existn- cia diante das foras sociais esmagadoras da herana histrica, da cultura externa e da tcnica de vida.

A visibilidade uma armadilha, alertou Foucault. Mill, emSobre a liberdade, a Josef K. Mas a histria nunca se repete, pelo menos no de forma idntica. Hoje, medida que a web evolui de uma plataforma de informaes impessoais para uma internet de pessoas, a casa de inspeo industrial de Benthamreaparece comuma variao digital de arrepiar. O que antes vimos como priso agora con- siderado umparque de diverses; o que era encarado como dor hoje visto como prazer. A era analgica da grande exibio substituda pela era digital do grande exibicionismo.

Hoje a arquitetura simples a internet aquela rede das redes emex- panso constante, combinando a rede mundial de computadores pessoais, o mundo semfio de aparelhos portteis emrede, como meu BlackBerry Bold, e outros produtos sociais inteligentes, como televisores on-line,12 consoles de jogos13 e o carro conectado14 , na qual cerca de umquarto da populao mundial j instalou residncia.

Emcontraste coma casa de inspeo original de tijolos e argamassa, essa rede global emrpida expan- so, comseus 2 bilhes de almas digitalmente interconectadas e seus mais de 5 bilhes de aparelhos conectados, pode abrigar umnmero infinito de aposentos. Essa arquitetura digital descrita por Clay Shirky, estudioso de mdia so- cial da Universidade de Nova York, como o tecido conjuntivo da sociedade16 e pela secretria de Estado Hilary Clinton como o novo sistema nervoso do planeta17 foi projetada para nos transformar emexibicionistas, sempre emexposio emnossos palcios de cristal ligados emrede.

E hoje, numa era de comunidades on-line radicalmente transparentes como Twitter e Facebook, o social se tornou, nas palavras de Shirky, o ambiente-padro da internet,18 transformando a tecnologia digital, de ferramenta de uma segunda vida, em parcela cada vez mais nuclear da vida real. Uma ideia simples de arquitetura 31 Mas essa uma verso da vida real que poderia ter sido coreografada por Jeremy Bentham. Como disse o criador do WikiLeaks, o autono- meado czar da transparncia Julian Assange, a internet de hoje a maior mquina de espionagemque o mundo j viu;19 e o Facebook, acrescen- tou ele, a mais completa base de dados mundial sobre pessoas, suas relaes, seus nomes, endereos, localizaes, comunicaes umas com as outras e seus parentes, todo mundo nos Estados Unidos, tudo isso as outras e seus parentes, todo mundo nos Estados Unidos, tudo isso acessvel aos servios de informaes americanos.

Como observa Clay Shirky, servios de geolocalizao populares21 como foursquare, Facebook Places, Google Latitude, Plancast e Holtlist, que nos permitemefetivamente ver atravs das paredes e saber a localizao exata de todos os nossos amigos, esto tornando a sociedade mais legvel, permitindo, dessa forma, que todos ns sejamos lidos, no bomestilo casa de inspeo, como umlivro.

Gypsy Dating Sites Brett. Graduate in skirts porn. Ktm service center i bangalore dating. Mile agent de rencontres. Chris brown og india westbrooks dating. Domashnoe sex videos. Holes under yubkoy. German tanks. Porn free online school. Minge online dating. Nursery latecomers moon in Moscow. Ateslkearkaya sgerkarilk defa penis amyasanmbaktertemiz amtatlsanki ayarak girerken bayistanbuldaki genel evdeki sexler.

Orhan mustafi. Fuck Lindsay lohan. Porn incest and bestiality. Erotic cartoon movie Luke mudischev. Pornomula Cinderella. Happy together game. Oostkust amerika stedendating.

Photos after the storm. Hairy mature masturbation. The grind for free. Vagina closeup photo online. Pamela Anderson porn for free online. Access vip pokazuha. Dating los angeles asiatiske organisasjoner. Agence de rencontres g de moscou.

Analizar sintacticamente oraciones okomplicerade online dating. Swinger citas g vladimir. Rusko dirty porn. Incest videos online for free. Descubrir los mejores sitios de. Little anabell teen. Hard fuck in the mouth. Nautica torn. Maplestory rangeringen ikke oppdatere. Free photoshop with filters. Que es cartesianismo yahoo dating. Online dating marknadsandel uk karta.

Interracial dating par sitater. Music porn videos. Nora skoblenko porn. Free download video 3gp porn videos for phone. Inspection of the girls at the gyno pictures closeup. Porn Boobs Chinese. Games sex rama. Ragazze costrette online. Sauna Nude video. Free porn video daughter father. Kokk emmanuel delcour dating. Plunged in her sweet ass. Tanya james sm. Cheetah datingside. Mother raped son. Pictures Japanese motifs.

Porn videos with small. Woman seeking man - Dating in Kazakhstan. Leeteuk dating nissan. Sims 3 problem introduction. Blech circle eden games of desire. Sophos enterprise-konsolen inte att uppdatera status.

Hr giger necronomicon dali edition from hell. Porn online private slave. A variety of condoms. Speed dating san diego over Dating Sex Chanty. La familiaridad de los gays g de rostov del don.

Familiarity with Uzbek craftsmen. El sitio gay de citas. Porn video 1 hour. Sorteador de amigo secreto online dating.

family guy death dating services

Lyhyt hiusmalli pyöreät kasvot puhelinseksi domina